Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade de Colúmbia, em Nova York, identificaram no genoma de pacientes com esquizofrenia mutações genéticas espontâneas que representam, no mínimo, 10% dos casos em que não há histórico familiar da doença.
Em artigo publicado na sexta-feira (30/5), na revista Nature Genetics, são descritas mutações específicas em indivíduos com esquizofrenia que não estão presentes nos pais biológicos que não sofrem com o transtorno. A descoberta poderá auxiliar no entendimento da prevalência de esquizofrenia nessa população, apesar das baixas taxas de fertilidade e fecundidade das pessoas com esquizofrenia.
De acordo com o estudo, indivíduos com forma não-familiar de esquizofrenia têm cerca de oito vezes mais chances de ter mutações em seus genomas do que aqueles sem a doença. Os cientistas mapearam o genoma de 152 pessoas com esquizofrenia e seus pais biológicos e, para identificar o número de mutações, compararam os resultados com o genoma de 159 outras sem esquizofrenia.
Eles encontraram mutações em 15 indivíduos com diagnóstico de esquizofrenia – tanto ganho como perda de genes –, que não estavam presentes nos cromossomos dos pais. Apenas duas mutações foram encontradas nos indivíduos sem o transtorno.
“Já conhecemos a causa de cerca de 10% dos casos esporádicos de esquizofrenia, que não é mais uma grande caixa-preta como costumava ser”, disse Maria Karayiorgou, professora de psiquiatria do Centro Médico da universidade norte-americana.
“A identificação desses genes permite saber como os caminhos do desenvolvimento cerebral podem estar envolvidos com o início da doença. Com isso, poderemos descobrir melhores maneiras de tratar esse problema devastador”, afirmou.
Uma das novas mutações encontradas em mais de uma pessoa com a doença foi uma supressão em uma região do cromossomo 2. Também foram identificadas mudanças no número de cópias em vários outros cromossomos. Em estudo anterior, os autores haviam fornecido pistas de que a perda de genes na região cromossômica 22q11.2 é responsável pela introdução de casos esporádicos de esquizofrenia.
“Tínhamos demonstrado que a região 22q11.2 está envolvida com a esquizofrenia e temos progredido na compreensão de seus mecanismos biológicos”, explica Joseph Gogos, professor de fisiologia e neurociência da Universidade de Colúmbia. “Agora, temos um novo conjunto de mutações para investigarmos. Quanto mais dados tivermos sobre a base biológica da doença, mais informações poderemos fornecer para os pacientes.”
Segundo os pesquisadores, esse tipo de pesquisa tem potencial para melhorar os tratamentos de distúrbios cerebrais e, até mesmo, contribuir para sua prevenção. Um dos objetivos é poder informar ao paciente a existência de uma mutação específica como a possível causadora biológica da doença, para adequar tratamentos individuais.
A esquizofrenia afeta aproximadamente 1% da população mundial, sendo que cerca de 40% da doença pode ser herdada e os outros 60% aparecem esporadicamente em indivíduos sem histórico familiar do problema.
O artigo Strong association of de novo copy number mutations with sporadic schizophrenia, de Maria Karayiorgou, Joseph Gogos e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em Clique aqui para acessar o site
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=8911
Autor(a): Agência FAPESP
domingo, 22 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Rifa de cesta de chocolates
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Clonar animais extintos é possível?

Há alguns anos pesquisas vem sido realizadas no intuito de resgatar animais extintos .Recentemente pesquisadores americanos e australianos usaram tecidos do Thylacinus cynocephalus( trige-da-Tasmânia) com um século de idade para extrair trechos do DNA do bicho. Depois, inseriram esse material genético -- um regulador da formação de cartilagens -- em camundongos. Após sete décadas, o DNA dos tigres-da-tasmânia voltava a funcionar.
Para tentar ressuscitar o animal, seria preciso primeiro obter a seqüência completa de seu material genético. Depois, bastaria "contrabandear" esse pacote de DNA para o interior do óvulo de uma espécie aparentada cujo material genético foi retirado.
O passo seguinte é fundir os dois elementos e implantar o embrião resultante numa mãe de aluguel. Algum tempo depois, teríamos um bebê-tigre-da-tasmânia redivivo.
Mas não é tão simples assim.O Primeiro impasse é que as moléculas de DNA sofrem uma degradação natural quando um ser vivo morre.Assim,os tecidos mortos preservados em álcool ou formol nos museus (caso das amostras existentes de tigres-da-tasmânia, principalmente fetos e bichos empalhados), continuam sofrendo esse processo natural e com o passar do tempo, as longas seqüências de "letras" químicas A, T, C e G (são nada menos que 3 bilhões de pares delas em genomas como o humano) tendem a se despedaçar e a perder ou ganhar átomos.O mesmo vale para os animais extintos.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Ser Maranhense
Maranhense no são joão não tem quadrilha - tem bumba-meu-boi;
Maranhense quando se espanta não fala : nooossa! - fala:ééééééguuuaaas!;
Maranhense não vai pro reggae - vai pra radiola;
Maranhense não fala você - fala tu;
Maranhense não usa tiara - usa traca;
Maranhense não toma coca-cola- toma Guaraná Jesus;
Maranhense não chama atenção - é esparroso;
Não existe maranhense gay- existe maranhense qualira!;
Maranhense não é moleque -é piqueno;
Maranhense não tem filho - tem menino;
Maranhense não é convencido- só quer se amostrar;
Maranhense não fica com fome - fica brocado;
Maranhense não come - ranga;
Comida de maranhense não é jantar - é cumê;
Maranhense não fica com vergonha - fica encabulado;
Maranhense não fica zangado - fica injuriado;
Maranhense não vê nada estranho - vê algo cabuloso;
Maranhense não espia - maroca;
Maranhense não é chato - é ralado;
Maranhense não estraga a festa - azia;
Maranhense não é mão-de-vaca - é canhenga;
Maranhense não sente agonia - e sim arrilia;
Marnahense não é o próximo do futebol - é o desafiado;
Maranhense não é burro - é abestado;
Maranhense não bate- dále;
Maranhense não dá um murro - dá um bog;
Maranhense não fica intrigado - fica invocado;
Maranhense não é rápido - é zilado;
Maranhense não vai pra farra - vai pra bagaceira;
Maranhense não se apressa - cuida;
Maranhense não fala sim - fala uhum;
Maranhense não fala não - fala hum hum;
Maranhense não fala hã - fala huuum;
Maranhense não se fode- se lasca;
Maranhense não fica fudido - fica na roça;
Maranhense não imita - arremeda;
Maranhense não é feio - é uma mucura;
Maranhense não é dedo-duro - é inredão;
Maranhense não acha uma coisa muito legal - acha fudendo;
Maranhense não se manca - se toca;
Maranhense não quebra nada - escangalha;
Maranhense não é puta- é nigrinha;
Maranhense não é ruim - é fulero;
Maranhense não toma banho - banha;
Maranhense não fica quieto- se acomoda,ou se aquieta;
Maranhense não fica satisfeito - fica cheinho.
Maranhense quando se espanta não fala : nooossa! - fala:ééééééguuuaaas!;
Maranhense não vai pro reggae - vai pra radiola;
Maranhense não fala você - fala tu;
Maranhense não usa tiara - usa traca;
Maranhense não toma coca-cola- toma Guaraná Jesus;
Maranhense não chama atenção - é esparroso;
Não existe maranhense gay- existe maranhense qualira!;
Maranhense não é moleque -é piqueno;
Maranhense não tem filho - tem menino;
Maranhense não é convencido- só quer se amostrar;
Maranhense não fica com fome - fica brocado;
Maranhense não come - ranga;
Comida de maranhense não é jantar - é cumê;
Maranhense não fica com vergonha - fica encabulado;
Maranhense não fica zangado - fica injuriado;
Maranhense não vê nada estranho - vê algo cabuloso;
Maranhense não espia - maroca;
Maranhense não é chato - é ralado;
Maranhense não estraga a festa - azia;
Maranhense não é mão-de-vaca - é canhenga;
Maranhense não sente agonia - e sim arrilia;
Marnahense não é o próximo do futebol - é o desafiado;
Maranhense não é burro - é abestado;
Maranhense não bate- dále;
Maranhense não dá um murro - dá um bog;
Maranhense não fica intrigado - fica invocado;
Maranhense não é rápido - é zilado;
Maranhense não vai pra farra - vai pra bagaceira;
Maranhense não se apressa - cuida;
Maranhense não fala sim - fala uhum;
Maranhense não fala não - fala hum hum;
Maranhense não fala hã - fala huuum;
Maranhense não se fode- se lasca;
Maranhense não fica fudido - fica na roça;
Maranhense não imita - arremeda;
Maranhense não é feio - é uma mucura;
Maranhense não é dedo-duro - é inredão;
Maranhense não acha uma coisa muito legal - acha fudendo;
Maranhense não se manca - se toca;
Maranhense não quebra nada - escangalha;
Maranhense não é puta- é nigrinha;
Maranhense não é ruim - é fulero;
Maranhense não toma banho - banha;
Maranhense não fica quieto- se acomoda,ou se aquieta;
Maranhense não fica satisfeito - fica cheinho.
sábado, 17 de maio de 2008
Prédios da Uema

A Uema- Universidade Estadual do Maranhão é uma instituição de ensino superior, que teve sua origem na Federação das escolas Superiores do Maranhão-FESM.
A Uema é atualmente, vinculada à Gerência de Estado da Ciência,Tecnologia,Ensino Superior e Desenvolvimento Tecnólogico-GECTEC .
A UEMA é composta de mais de 36 prédios, entre os quais a maioria residem dentro do Campus Paulo VI.
Príncipios da Uema
I - Unidade de patrimônio e administração;
II - Estrutura orgânica, com base em departamentos, condenados por centros, tão amplos quanto lhes permitam as características dos respectivos campos de atividade;
III - Indissociabilidade das funções de ensino, pesquisa e extensão, vedada a duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes;
IV – Descentralização adimistrativa e racionalidade de organização, com plena utilização de recursos materiais e humanos;
•V- Universidade de campo, pelo cultivo das áreas fundamentais dos conhecimentos humanos estudados em si mesmos ou em função de ulteriores aplicações, e de áreas tecno-profissonais;
•VI- Flexibilidade de métodos e critérios , com vistas às diferenças individuais dos alunos, peculiaridades regionais e às possibilidades de combinação de conhecimento para novos cursos e programas de pesquisas;
•VII- Liberdade de estudo, pesquisa, ensino e extensão, permanecendo aberta a todas as correntes de pensamento, sem, contudo, participar de grupos ou movimentos partidários;
•VIII- Cooperação com instituições científicas, culturais e educacionais, públicas e privadas, nacionais e internacionais, para a consecução de seus objetivos.
Probio
terça-feira, 25 de março de 2008
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